
A reportagem é do comunicador; Salin Teixeira – 🧑💻
A possível defesa da privatização da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) pelo ex-prefeito e pré-candidato ao Governo do RN, provocou uma verdadeira onda de indignação entre estudantes, professores, lideranças políticas e parte da população potiguar.
Nas redes sociais, a repercussão foi imediata. Diversos internautas classificaram a ideia como “um ataque à educação pública” e uma ameaça direta ao futuro de milhares de jovens que dependem da universidade para conquistar uma formação superior.
A UERN é considerada uma das instituições mais importantes do Rio Grande do Norte, sendo responsável pela formação de médicos, professores, enfermeiros, advogados, engenheiros e inúmeros profissionais que atuam em todas as regiões do estado.
Para muitos defensores da educação pública, falar em privatização significa fechar portas para estudantes pobres e do interior, que enxergam na universidade pública a única oportunidade de transformação de vida.
“A UERN não é mercadoria. Ela pertence ao povo potiguar”, afirmaram estudantes durante manifestações e publicações compartilhadas nas redes sociais após a polêmica ganhar força.
A discussão também reacendeu o debate sobre o papel do Estado na educação pública. Críticos da proposta argumentam que o problema da universidade não está em sua existência pública, mas na falta de investimentos, valorização dos servidores e planejamento administrativo.
Enquanto apoiadores de Álvaro Dias tentam minimizar a repercussão, adversários políticos passaram a utilizar o episódio como símbolo de um possível distanciamento das pautas populares e sociais do estado.
A polêmica segue dominando o debate político no RN e deve continuar sendo tema central nas discussões eleitorais dos próximos meses.
Nas redes sociais, uma frase passou a ecoar entre estudantes e defensores da educação:
“Mexeu com a UERN, mexeu com o povo do Rio Grande do Norte.”
Por Salin Teixeira.

