Atualizado por Neto Gaia, às 19🕒 10
A história da família Coelho está política e nacionalmente interligada entre Petrolina e Brasília. Com três senadores da sua genealogia, Nilo Coelho(1979-1983), José Coelho(1999-2006), Fernando Bezerra Coelho (2015-2022).
O senado também registrou outro nome domiciliado em Petrolina, o cearense de Barbalha, um adversário político até então, o padre Mansueto de Lavor(MDB) eleito em 1986 com apoio dos Coelho por Pernambuco. Desse histórico contemporâneo, nessa esteira pública, em 2026, o ex deputado, ex-prefeito Miguel Coelho numa batalha de titãs, quer emplacar seu nome como candidato ao senado, da federação União Progressista.

E essa pretensão legítima do jovem líder político petrolinense se estriba em sua própria biografia ainda tenra, no ambiente familiar e retrospecto público produzido por seus tios-avós Nilo e José Coelho, senadores plurais e densos na liturgia do mandato em Brasília com resultados extraordinários para o sucesso de Petrolina em particular.
Miguel Coelho também reflete sua obsessão no próprio pai, o ex senador Fernando Bezerra Coelho, que reúne um currículo público respeitável como ex deputado estadual, prefeito três vezes de Petrolina, deputado federal e constituinte, ministro de estado, super secretário de Pernambuco e senador da República, líder do governo Bolsonaro no Senado com forte influência para execuções na infraestrutura estrutura da sua terra natal Miguel Coelho traz consigo esses reflexos políticos em casa, com protagonismo histórico do tio avô, senador Nilo Coelho, que na presidência do Congresso Nacional, com suas prerrogativas garantiu para o Brasil, a transição democrática de modo pacífico de uma nação.
O Brasil enterrava o regime autoritário pelas garantias gerais de uma democracia pública. O amadurecimento da República com o funcionamento pleno das instituições.
Miguel Coelho, formado em Direito, estudioso da constituição, que respira sempre política em família. E, se preparou para esse novo ciclo público porque passa Petrolina com os olhares para a nação brasileira. E pleiteia. Fonte: Blog do Marcelo Damaceno.
Reprodução: Neto Gaia.
