Atualizado às 9: 45
Por – Bela Megal (para), Neto Gaia, ás 4h 00
A cúpula da campanha de Flávio Bolsonaro descarta a chance de o candidato do PL, se eleito, dar um cargo para seu pai, Jair Bolsonaro, num eventual governo.

Auxiliares de Flávio afirmam que o ex-presidente terá influência direta nas escolhas do filho e será seu “principal conselheiro”, mas sem assento no governo, ao menos formal.
Bolsonaro será um dos conselheiros mais importantes, mas o presidente será o Flávio. Ele respeita o pai, sabe que está onde está em função dele, mas também reconhece que trouxe votos que Bolsonaro não conseguiu ter há quatro anos — resumiu um coordenador da campanha.
Sobre a possibilidade de Jair Bolsonaro ocupar o cargo de ministro da Defesa, a cúpula da campanha de Flávio diz não haver chance.
Segundo um integrante do PL próximo a Flávio, o roteiro esperado no partido é que, se eleito, o senador até faça um gesto e convide Jair Bolsonaro para um posto no governo, mas que o capitão reformado decline.
Na sabatina do JN, Flávio disse que a possiblidade do pai e de Eduardo Bolsonaro ocuparem cargos no seu governo está “fora do radar”.
