Publicado em 15 de março de 2026, às 18🕒 00
Por Mary Sitônio – 🕒

Neste domingo (15), o deputado estadual Luciano Duque participou, na comunidade de Baixa Alegre, em Petrolina, de uma audiência com agricultores e agricultoras que vivem na área da Reserva de Vida Silvestre Tatu-Bola, no Sertão do São Francisco.
O encontro teve como objetivo atualizar os moradores sobre o andamento das negociações com o Governo de Pernambuco para a recategorização da reserva, tema que vem sendo acompanhado pelo parlamentar junto às comunidades da região.
A reunião contou com a presença do presidente da associação dos agricultores da área, Adenilson, do ex-vereador de Petrolina Elismar, e das vereadoras de Lagoa Grande Edneuza e Lindaci, além do deputado estadual Antônio Coelho e o prefeito de Petrolina, Simão Durando, diversos moradores que vivem e produzem na região há décadas.
Vale salientar em Especial:
O discurso do deputado [Luciano Duque], viabilizando – seu apoio a população. […]

A pauta principal foi a construção de uma solução que concilie a preservação ambiental com o direito das famílias que dependem da terra para sobreviver.Durante o encontro, Luciano Duque explicou que está colhendo assinaturas de parlamentares na Assembleia Legislativa para que o novo projeto de lei que trata da recategorização da reserva possa avançar e ser levado à votação em plenário.

A proposta busca transformar o atual modelo da unidade de conservação em uma Área de Proteção Ambiental (APA) que permita a permanência das famílias e o uso sustentável da terra.“Estamos dialogando com o Governo do Estado e com os colegas deputados para construir uma saída justa.
São cerca de 20 mil pessoas que vivem nessa região e precisam de segurança para continuar produzindo e criando suas famílias. Nosso compromisso é garantir uma solução que preserve o meio ambiente, mas também respeite quem vive da terra há tantos anos”, afirmou o deputado.A Reserva Tatu-Bola foi criada como unidade de proteção integral, que abrange os municípios de Lagoa Grande, Petrolina e Santa Maria da Boa Vista, o que impõe fortes restrições ao uso da terra.
Desde então, agricultores e agricultoras da região têm buscado, junto ao poder público, uma alternativa que permita regularizar a situação das comunidades e assegurar condições de permanência no território.
