Manifestantes pedem impeachment de Bolsonaro durante ato em BH

Atualizado ás 11⏲️ 20 – deste dom, 12 | Fonte: O TEMPO-BH / agradecemos – ás; 113.100 visualizações 👁️

Ato começou às 10h e a expectativa dos organizadores é que as pessoas continuem chegando até o 12h

Manifestantes se reúnem na manhã deste domingo (12) na Praça da Liberdade, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, para pedir o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O ato começou às 10h e a expectativa dos organizadores é que as pessoas continuem chegando até o 12h. Por enquanto, o movimento é baixo.

Impeachment: o que é, origem e como acontece - Brasil Escola
Foto: Brasil Escola – UOL 📷

Inicialmente convocado por grupos de direita, como o Movimento Brasil Livre (MBL) e Vem Pra Rua Independentes, o protesto recebeu a adesão de partidos e movimentos de centro e de parte da esquerda após as manifestações bolsonaristas de 7 de setembro. A pauta, que era “Nem Lula, nem Bolsonaro”, passou a ser unicamente o impeachment do atual presidente e o branco foi adotado como cor oficial.

“A manifestação é unicamente para pedir ‘Fora, Bolsonaro’. Hoje a gente entende que a defesa da democracia é mais importante que qualquer divergência ideológica ou programática”, disse Caíque Januzzi, lideranca do colegiado do MBL-MG.

“Devido à reação que a gente precisa ter agora, sobre a emergência pelo impeachment e o discurso do presidente que cada vez afronta mais a democracia, a gente precisa ter uma reação em conjunto. Então conversamos também com os movimentos de esquerda”, afirmou César Péret, que também integra a liderança do colegiado do MBL-MG

PDT, Cidadania, PCdoB, Rede, Movimento Acredito e associações sindicais como Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST) convocaram seus integrantes a irem às ruas. À direita, o partido Novo e o Livres também apoiam a manifestação.

Já PT, PSOL e Central Única dos Trabalhadores (CUT) decidiram não participar do ato, apesar de concordarem com a pauta do impeachment e verem com bons olhos qualquer manifestação contra Bolsonaro. 

Os dois partidos afirmam que a manifestação não foi construída de forma conjunta e que vão trabalhar por atos unificados no futuro. Já a CUT justificou a ausência argumentando que o MBL e o Vem Pra Rua Independentes contribuíram para o golpe em 2016, em alusão ao impeachment de Dilma Rousseff (PT).

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